A Galope, Golpa o Estado.

Disclaimer inicial: Conteúdo de carácter “crónico”.

Não é novidade para qualquer “bom português”, minimamente ciente, as recentes repercussões e mal feições do “ilustre” governo atual: desde o “xuxalismo” ao “PS(B)”, passando também pela inesquecível comunidade de “fachos”, por aí a miséria vai, e a verdade é que em todos os partidos o telhado de vidro é, e nenhum deles desta crise política sai ileso.

Para os verdadeiramente dessabidos (os verdadeiros, que o “amor à camisola” cria uma legião de ignorantes assumidos), resume-se a situação governamental recente até numa (precária) rima [nem por acaso, proporcional às circunstâncias atuais]:

Os portugueses bem estão a ser roubados,

Mas os pobres coitados, continuam calados.

Esta podia muito bem ser uma (inexistente e má) rima de Fernando Pessoa, daquelas complexas e pragmáticas da qual mil e uma conclusões se retiram…, Mas não se faça caso onde não há:

Escrutínio? Onde está?

Expropriado, vais ser.

O Tribunal, é de ‘Costa’s,

E infelizmente sai desta o PS a vencer.

A vitória não chega aqui ao fim,

Porque ainda a papinha da TAP falta.

Não bastasse ficar assim,

Ainda o Costa mais buracos tapa.

Posso muito bem depois desta exposição indecente ser catalogado de louco pela partilha de ideias tão controversas, de maneira tão boçalmente incongruente: mas das rimas, se passe à “prosa”; e dos ataques, sem passem aos factos.

(Break of Thought)

Não muito recentemente emergiu aquela, que para mim, terá sido o começo desta nova vaga pandémica, de um comum, incurável e infelizmente recorrente “vírus corruptivo”, a alimentação do “buraco negro” dos TAP (ou para os bem entendidos, Transportes Aéreos de Lisboa – TAL).

Foi mau? Foi.

Trouxe a sua repercussão? Trouxe.

Mas antes tivessem acabado aqui todos os problemas, porque, infelizmente, a correnteza segue, e os problemas não param de aparecer.

Seguida a linha cronológica, algum tempo depois, deu-se uma feliz aprovação: a do decreto de lei que concedeu o direito e aprovação à expropriação indevida e injustificada de bens (informação mais que podem retirar inclusivamente de: https://jsddistritalleiria.com/2020/09/23/cuidado-que-sem-dares-por-nada-ainda-es-expropriado/).

Apenas aqui, já era extremamente questionável para onde o governo nos estava a levar: mas uma coisa é certa, há que agradecer ao partido socialista (e coadjuvantes na aprovação), porque hipoteticamente eles revolucionaram a ciência! O nosso querido governo criou uma máquina do tempo – máquina tal que levou Portugal diretamente para os “charmosos” anos anteriores a 74; e pior, por lá, para os próximos problemas, ficámos.

E não muito longe, prosseguindo ao longo do tempo, mas sempre parecendo que o que se está a realmente fazer é recuar, lá está a dita e indevida estadia nestes tempos ditatoriais: a cronometrado saída do Tribunal de Co(n/s)tas.

Muito felizardo não terá sido para o Ex-Presidente, que teve logo que acabar o seu “mandato único” nesta época tão não (propicia) a corrupção, (com a chegada de belas quantias do fundo europeu! – https://jsddistritalleiria.com/2020/10/07/iremos-aproveitar-esta-oportunidade-de-ouro/); mas portugueses!.. não temam!.. que o seu sucessor foi escolhido totalmente democraticamente pelo PS e pelo PS(B), duas frentes políticas TOTALMENTE distintas e opostas, atualmente.

Que temeis? Perder dinheiro!? A única “sorte” é possivelmente o hábito: seja para o BES, seja para o NOVO BANCO, seja para a TAP: o dinheiro dos contribuintes até está, quantitativamente, bem encaminhado, é pena ser para as coisas erradas.

Mas, “gira o disco e toca o mesmo”, porque mal do Orçamento de Estado já se começou a falar e já se andaram a trocar Bancos por comboios e a programar mais injeções à TAL; e o desfecho do próximo anos, e seguintes? Nem se precisa de ver “nas cartas”, está tudo bem à frente dos nossos olhos, o problema é perceber o “que fazer?”.

Soluções então para esta questão?

Uma delas, oposição.

Sejamos de ideologias de direita, sejamos de ideologias de esquerda, algo é sempre imprescindível: alguém que reclame politicamente das nossas ideias, por mais concisas que pareçam, porque a discussão cria consequentemente maior coesão e maior acerto; e por mais que as circunstâncias atuais sejam “controversas”, não se deve deixar de fazer política por isso.

Uma sociedade politicamente monótona, não é uma sociedade: discussão leva à progressão, e a falta dela, só leva ao contrário.

A outra solução, ainda mais simples, e que tentei eu, com a minha total falta de experiência, fazer ao longo deste texto, é o escrutínio.

Pressinto que cada vez mais os órgãos de comunicação social de “maior impacto” se têm alicerçado a forças políticas, e isso só cria e desenvolve tudo aquilo que não se quer que a comunicação social deixe de fazer: o dito, e verdadeiro, escrutínio e a transmissão informação, igualmente, VERDADEIRA sem intervenções.

É impossível alguém não se adequar com certo partido e/ou ideologia; todavia, no governo atual, percebe-se a crescente de problemas e a estranha, diretamente proporcional, decrescente de críticas: Medo? Opressão? Quais são as verdadeiras raízes deste problema?

A única coisa que sei é que, mesmo sendo assumidamente e orgulhosamente um “laranjinha” as minhas críticas internas ao partido com o qual me identifico, são tão crescentes quanto as críticas que tenho ao Partido Socialista: e é deste pensamento que acredito que se almeja o futuro.

Mas disto o Estado não fala.

Mas disto a Comunicação Social não fala.

E disto muita gente se cala. (?)

Disclaimer final:

Sendo “rapazito”, com as minhas boas 16 primaveras passadas, muito, mas mesmo muito pouco de política e economia percebo: mas há que notar que, se até eu, com toda esta falta de intelectualidade, tenho noção de todas as situações enunciadas, é porque há “carradas” de problemas para solucionar e, até, desvendar; há muito mais mal para dizer, mas não para simplesmente denegrir e criticar.

Que se revele tudo, que se critique CONSTRUTIVAMENTE (!) tudo: Portugal precisa de acordar, e sobretudo, de MELHORAR.

Seja, ou continue, consciente,

E para o bem da sua saúde psíquica e física: Proteja-se, não só da COVID-19.

“Cada um escreve política aos seus olhos”,
E esta é a minha politiquice, a política ao ver de Francisco Md Lisboa O.

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