O projeto europeu vale a pena!

Um país de promessas e injustiças sem fim é que vemos diariamente, em todos os meios de comunicação social: “António Costa atira aumentos salariais para 2020”, “Sindicatos da função pública não se conformam” ou “salários estão congelados desde 2009”. São alguns dos exemplos, que podemos comparar com o retrocesso do antigo governo liderado por Passos Coelho e pelo atual, António Costa.

Desde “ assalto ao poder” por parte do Exm. Primeiro Ministro António Costa as diferenças entre um governo PS e PSD, são visíveis nos mais variados pontos da sociedade:

  • Conseguiu criar a maior discriminação entre sector público e privado, sendo mesmo assim o que mais greves fez durante o seu mandato.
  • Devolveu aos funcionários públicos as 35 horas semanais, porém não bastava e criou também a desigualdade no vencimento base; passaram a receber 30 euros de acréscimo do que o sector privado. Agora perguntam-me vocês: O que é 30 euros? Para muitos não é nada. A meu ver, esta desigualdade é uma discriminação entre o setor público que trabalha menos e recebe mais comparando aos setor privado.

Mas não esquecendo o fenómeno que anda a assolar o pais, as greves que tem afetado o nosso país, por muito estranho que pareça, vem desse mesmo setor. O privado. Todos percebemos que os hospitais sem médicos ou sem enfermeiros possam criar insatisfação para muitas pessoas. A greve dos professores ou dos auxiliares igualmente, mas a greve dos motoristas de matérias perigosas, além de criar insatisfação perante a população, aos poucos poderá criar uma rotura nos postos de combustíveis mas também nos mais variados sectores.

Um motorista de produtos alimentares sem combustível, não pode abastecer superfícies comercias (alimentação, medicamentos, entre outros).

Um motorista de autocarro sem combustível, não pode levar as pessoas até ao seu local de trabalho.

Além de ser uma greve do setor privado, se não for travada o quanto antes, poderá originar uma greve nacional (o que já aconteceu).

Mas mais uma vez, o nosso governo está mais preocupado em racionar o combustível a 15 litros por posto de combustível em vez de resolver o problema.

A governação de António Costa, mais uma vez, em vez de resolver o problema, não decide arranjar solução para remediar.

Sem duvida que não me podia esquecer da previsão do aumento da reforma para os 69 Anos, estimativa para os jovens que começam agora a engreçar o mercado de trabalho. Será que um profissional da construção civil que trabalha 40 horas semanais com todas as condições climatéricas adversas a que está sujeito, tem que esperar para se reformar até aos 69 Anos para o merecido descanso? Supúnhamos um trabalhador da segurança social, ou de outro setor público, que está protegido dessas mesmas condições, cujo as cláusulas de trabalho presentes em 35 horas semanais também terá de esperar até aos 69 Anos para se reformar?

No meu entender, o profissional de construção civil, trabalha mais horas semanais e tem um trabalho muito mais árduo. Doutor António Costa não acha que está a pedir muito a algumas profissões pesadas fisicamente?

Na minha opinião, a reforma para estas profissões ditas “pesadas”, a reforma devia ser revista em cima da mesa, porque o mesmo profissional ou um carpinteiro, entre outras profissões, não tem um regime de reforma como o bailarino, ou jogador de futebol.

Não consigo aceitar que um país que luta diariamente pela igualdade de género, igualdade de etnia e de raça, consiga criar tanta desigualdade entre habitantes do mesmo país.

Eu peço ao povo que tem a função de eleger que quando se deslocarem à urna de voto, pensem bem se querem um governo de discriminação a representar-nos na Europa e nas Legislativas.

O nosso país merece muito mais que esta discriminação feita pelo governo socialista.

Está na hora de votar e de votar por “ Visão e ambição por um Portugal melhor!”

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